segunda-feira, 20 de maio de 2013

A VIBE É SER ZEN


Quem me conhece, sabe que eu sou uma pessoa zen. Calma. Centrada. Que fala baixo. Quase uma monja (escreve assim?) tibetana. Inclusive eu passei 7 anos com um monge no Tibet pra atingir a elevação espiritual que eu tenho hoje.

É por isso que eu faço yoga, meditação, técnicas de respiração e sempre quis ir conhecer o templo budista Zu Lai que tem em Cotia, pertinho de São Paulo (ta, esse parágrafo é verdade).

E esse acabou sendo o segundo item do meu “check list” dos 10 anos de São Paulo (eu sei que faz tempo, mas eu contei sobre isso no último post, juro).

Depois de 1h de trânsito entre Rebouças e Raposo (rolou um acidente na Raposo, que travou tudo, geralmente é mais rápido), chegamos no templo naquele mau humor absurdo e nos deparamos com a seguinte vista, que é de um jardim gigante que tem lá.



Bom humor reestabelecido com essa vista linda, hora de passear pelo jardim.



Fomos até a parte de cima, onde tem um caminho cheinho de estátuas e dá pra ver um pedaço do templo.



Bom, jardim lindo, mas eu vim ver um templo, né? E olha a entrada dele aí.



Subindo a escadaria tem um pátio gigante (onde tinha uma galera fazendo aula de kung-fu ou alguma coisa assim, com o professor tirando o sangue das pobres pessoinhas), o templo em si (de onde eu fui chutada por estar com um fashion ombro de fora – por sinal, vale dar uma olhada nas regras de conduta antes de ir pra não tomar bronca), lojinha (de onde também fomos todos chutados porque já tinha chegado a hora de fechar e nós não estávamos com cara de quem ia comprar), cafeteria, salas de meditação, um espaço lotado de macaquinhos (lotado MESMO) e um cantinho com chá de jasmim de graça (sem açúcar, eca!).


Aula de Kung-Fu (ou não)


Detalhe do Templo


Macacada


Chá de Jasmim (sem açúcar)

O templo é lindo e muito gostoso, mas também é um lugar muito legal pra aprender um pouco mais sobre uma religião diferente das que estamos acostumados por aí (e, na minha humilde opinião, mais humana também).

Fora a parte turística, tem o pessoal que está lá pelo estilo de vida, pela religião mesmo, e aprender um pouco mais sobre isso, mesmo sem acreditar, nunca fez mal pra ninguém ;)

Ah e vale ir num dia de sol, que deixa a paisagem ainda mais bonita.

Templo Zu Lai
Estrada Municipal Fernando Nobre, 1461 - Cotia 
Tel.:11 4612-2895
Horários:
3ªf a 6ªf: Das 12h às 17h
Sáb., Dom. e feriados: Das 9h30 às 17h
2ªf: Fechado

Créditos:
Fotos by Victor Alexandre Marques

terça-feira, 30 de abril de 2013

OI, PINACOTECA


Em menos de 1 ano eu completo 10 anos morando em São Paulo (10 anos, Jesus, cadê meu anti-rugas?).

E como boa paulistana de coração, eu resolvi que precisava arrumar mais um compromisso pra encaixar na minha já complicada agenda: tomar vergonha na cara e conhecer a cidade decentemente.

Oi??

É, poxa, quase 10 anos morando aqui e eu não conheço vários lugares importantes da cidade. Se deixar, eu conheço mais pontos turísticos do Rio de Janeiro do que de São Paulo.

Bom, desculpas e absurdos a parte, eu e o Marcelo estávamos conversando sobre isso outro dia e, inconformados, resolvemos fazer uma lista de lugares que precisávamos conhecer ou revisitar antes de eu completar os 10 anos.

Começou com uma meia dúzia de lugares clássicos, mas foi super aumentando e agora virou compromisso pra praticamente todo final de semana.

E eu estou adorando!

Nos últimos três finais de semana eu conheci a Pinacoteca e o templo budista Zu Lai e revisitei Embu das Artes e o Parque da Independência (com o Museu de brinde).

O único “problema” é que, a cada lugar visitado, a gente olha um pro outro e fala “Putz, vamos anotar pra gente voltar aqui?”, então a lista nunca diminui.

Então pra tentar reviver o blog morto, vou compartilhando com vocês estas experiências e dando algumas dicas do que eu achei legal.

E começando em ordem cronológica pra facilitar a minha vida, lhes apresento: a Pinacoteca.



Bom, o acesso é ridiculamente fácil, através da Estação da Luz (linhas Amarela e Azul do Metrô e 11-Coral e 7-Rubi da CPTM).

Chegando lá, se o tempo estiver razoável, eu mega recomendo uma voltinha no revitalizado Parque Jardim da Luz, que tem a Pinacoteca integrada ao seu espaço (quase) assim como o Central Park tem o Metropolitan.




Bom, sobre a Pinacoteca em si, a minha impressão (que é de uma pessoa que prefere muito mais atividades ao ar livre do que museus) é de que é legal. Vale cada centavo dos R$ 6 de entrada. Mas só.

Dá pra visitar tudo em umas 2 horas e de quebra ainda dar uma voltinha na Estação da Luz, que é linda (e que eu não fui porque passei mais tempo do que o previsto no parque, mas está na lista!).


Ah e tem um café fofo com mesas do lado de fora que dão vista pro parque. Bem gostosinho, mas achei os preços um pouco salgados demais, então acho que vale só uma aguinha ou um café pra curtir o ambiente mesmo.




Se alguém ainda estiver sem programação pro feriadinho de amanhã, #ficadica ;)

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 - Luz
Tel.: 11 3324-1000
Horários:
3ªf a Domingo: 10h às 17h30 (5ªf aberta até àh 22h com entrada franca a partir das 18h
Ingresso: R$ 6,00 (grátis aos sábados)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

RESPIRA FUNDO E... SÓ


Pela quantidade de habitantes que temos na cidade, são poucas as pessoas que realmente gostam de São Paulo (a doida da minha mãe é uma delas).

Tirando essas, tem os que se conformam e vão tocando a vida, tem os que reclamam loucamente, mas não conseguem morar em outro lugar, tem os que acham que a estadia tem prazo de validade e ficam sonhando com quando morarem em outro lugar (prazer, Giovanna).

Ainda mais quando você pega uma louca ansiosa e estressada como eu, que tem tudo o que existe de pior potencializado pela correria da cidade.

E aí o que acontece?

A mãe fala que não da mais pra conviver com você nesse estresse todo, descobre uma ONG indiana chamada Arte de Viver que, com técnicas de respiração, promete ajudar a melhorar o estilo da pessoa e te dá o curso de presente de aniversário.

E lá fui eu, no final de 2009, reclamando e resmungando que ia perder um final de semana inteiro, que estava trânsito, chovendo, que ia ter que acordar cedo e bla bla bla bla.

Bom, encurtando a ópera, eu sai do curso super feliz, me sentindo renovada, bem-humorada, bem disposta e bem descansada, prometendo que ia seguir as práticas diárias até o final dos meus dias.

Durou sabe quanto? Acho que uns dois dias, sendo mega otimista.

O tempo passou, o estresse foi todo acumulando de novo, eu ainda larguei a terapia e comecei a ficar uma louca de novo.

Aí a decisão de tomar uma atitude antes de ser expulsa de casa foi minha mesmo e lá fui eu sugerir pro meu namorado de fazermos o curso juntos (eu, pra desestressar, ele, pra ajudar a manter o foco/concentração).

Foi uma experiência ótima, só perdeu para a primeira vez por não ter a surpresa, a novidade, mas sai me sentindo tão bem quanto.

E agora estou me esforçando mais para seguir com as práticas. Ainda não todos os dias porque rola preguiça e uma pitada de falta de tempo, mas o importante é não desistir.

Se interessou? Quer saber como funciona?

Bom, o curso não é muito fácil de explicar, só fazendo mesmo, mas vou dar um overview.

No Parte 1, que foi o que eu fiz, você se compromete por uma 6ªf das 19h30 às 22h30, pelo sábado e pelo domingo das 9h às 17h e pela 2ªf também das 19h30 às 22h30. Mas tem váriações de cursos e horários em várias datas ao longo do ano.

Parece puxado, mas você acaba não vendo o tempo passar (apesar de ser cansativo) e precisa só conseguir se comprometer com os horários para não atrasar e nem faltar. Porque o curso é contínuo e um dia sempre depende do que você aprendeu no anterior.

E o que rola?

Uma mistura de yoga, técnicas de respiração, meditação e ensinamentos de algumas coisas que ajudam a melhorar a qualidade do dia-a-dia.

E posso falar?

Eu sou uma pessoa mega cética e tolerância zero pra coisas muito espirituais e subjetivas, mas o curso vale a pena mesmo. No começo você pode se sentir meio desconfortável em se abrir e se relacionar diretamente com as pessoas, mas no final do segundo dia isso já vai passando.

Abaixo algumas fotos que tirei durante o curso que fiz agora em janeiro.

Sri Sri Ravi Shankar (o idealizador da Arte de Viver)

Tudo arrumadinho para começar

Sede Vila Nova Conceição

Quem se interessar, informações técnicas abaixo sobre as unidades de São Paulo:

- Unidade: Perdizes
Rua João Ramalho, 1171
Tel.: 3569-6000

- Unidade: Vila Nova Conceição
Rua Sampaio Góis, 70
Tel.: 3569-6000

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

CICLOVIA NÃO É CICLOFAIXA

Depois de um longo tempo sumida daqui, em que eu estava super sem assunto com um bloqueio criativo (ahan, Cláudia, senta), fiz uma coisa que achei interessante pra um post.

Após dias de frio, chuva, neve e correria (não necessariamente nessa ordem), eu tive um feriado ensolarado e tranquilo que me animou pra pedalar depois de um bom (booom) tempo.

Deu um belo trabalho tirar o pó da minha bike (que, inclusive, se chama Cláudia), mas lá pelo meio-dia eu e meu sedentarismo fomos dar uma volta.

(Todo mundo aqui sabe bem que eu detesto fazer parênteses, mas antes preciso só colocar todo mundo na mesma pagina e falar que a última 3ªf foi feriado da Consciência Negra aqui em São Paulo e em algumas outras cidades.)

A idéia original era pegar a ciclofaixa (que eu já falei aqui), mas como esse feriado é meio estranho (e pra muita gente nem é um feriado de verdade), ela estava fechada.

Então, pra não deixar a desastrada andando no meio dos carros, meu namorado, que é a pessoa que pedala de verdade (sim, eu só faço uma graça e choramingo a cada subida) sugeriu a ciclovia (e não, ciclovia e ciclofaixa não são a mesma coisa).

Sim, aquela da marginal, que já existe há quase 3 anos (o primeiro trecho foi inaugurado em fevereiro de 2010 e a última ampliação aconteceu no começo desse ano) e eu ainda não tinha ido conhecer.

Infelizmente eu não levei bolsa, mochila e nem nada, e como abusar do bolso alheio tem limite, eu acabei indo sem celular e não pude tirar fotos.

Mas vou dividir as minhas impressões e vocês imaginam (com uma ajudinha de fotos do Google), ta?

Eu peguei a entrada da Vila Olímpia, que era a mais perto e mais acessível, e chegando eu vejo que pra chegar na rampa que leva até a ciclovia tem uma ESCADA.

Ah, para, né? Você só pode ir lá de bike. A pé, patins, skates, triciclos, e monociclos estão banidos. Então como querem que eu cheque ate lá em cima e depois desça do outro lado?
Com a bicicleta nas costas?

É, tipo isso.

Tem uma canaleta ridícula que funciona porcamente na subida e é totalmente inútil na descida.

Ok, mas e o cheiro?

Vou falar que é bem ruim e incomoda pra caramba, mas saindo ali da Vila Olímpia e indo sentido Villa Lobos ele melhora bastante e não interfere no passeio.

Ta, Giovanna, mas e a ciclovia em si?

Eu gostei. É plana (o que pra pata aqui faz toda a diferença), tem vários pontos de apoio com bebedouros e banheiros (limpos!), lisinha, limpa, cheia (mas sem ser lotada em pleno feriado)  e, com um pouco de imaginação, você consegue até esquecer o quão sujo é aquele rio e curtir a paisagem.



E do que eu não gostei?

Tem poucas entradas/saídas (então dificilmente dá pra ser usada como meio de transporte), fecha cedo (19h no horário de verão) e falta um lugar pra tomar um suco, comprar uma barrinha de cereal e tal.

Mas como a gente ainda está longe de ter a estrutura de um país de 1º mundo e o importante é começar a incentivar a população a usar mais transportes alternativos e a fazer esportes, pra mim o saldo ainda foi positivo. E, se o tempo colaborar, esse final de semana eu pretendo testar o sentido contrário (Interlagos).

Aí levo o celular e posto umas fotinhas aqui.

Ciclovia Marginal Pinheiros
Horário de funcionamento: Todos os dias, das 5h30 às 19h (em horário de verão)
Extensão: 21km

Acessos: 
- Av. Miguel Yunes (entre as estações Jurubatuba e Autódromo)
- Estação Jurubatuba
- Estação Vila Olímpia
- Estação Santo Amaro
- Ponte Cidade Universitária

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

PAULISTA #SUALINDA


Eu estou e São Paulo há quase 9 anos e todo esse tempo eu passei morando na região da Paulista.

Avenida Paulista

E eu amo fazer o trecho entre a Bela Cintra e a Brigadeiro a pé, seja sozinha, seja acompanhada, de noite, de dia, de madrugada, ouvindo música, passeando com o cachorro ou pensando na vida (quer economizar uma grana de terapia? Sai andando sozinho pela Paulista).

Aí sábado a noite eu estava fazendo o meu trecho clássico e comecei a reparar em quantas coisas já mudaram nesses quase 9 anos que eu moro perto daquela região.

E foi engraçado pensar nisso, porque na minha cabeça a Paulista é um lugar tão tradicional, tão clássico, daquele tipo que já se consolidou e não muda mais.

Aí eu (que nunca consigo passar 5 minutos sem arrumar um assunto) comentei isso com o Marcelo (AKA “meu namorado”) e comecei a listar tudo que eu lembrava que estava diferente. 

E cheguei numa lista bem considerável que eu achei legal de dividir aqui, com algumas experiências pessoais que eu fui lembrando.

- Estação Paulista: Ahhh como é lindo ter acesso ao trem sem ter que ir até a Barra Funda e à linha vermelha sem passar pela Sé. Essa estação resolveu muito a minha vida e vive lotada. Só é uma pena ter sido inaugurada numa época que eu já me dou ao luxo de pegar táxi pra ir pra rodoviária pegar o ônibus pra Jales.

Estação Paulista do Metrô

- Praça do Ciclista: Só recentemente a praça ganhou esse nome e se popularizou como ponto de encontro de bikers, mas eu lembro do tempo em que era um espaço quase abandonado e até meio perigosinho ali no meio da avenida. Sem contar que era ótimo pra soltar meu cachorro um pouco da coleira pra ele correr no mínimo espaço de grama por lá.

 Praça do Ciclista

- Livraria Cultura (Conjunto Nacional): Não lembro e não achei quando aquela mega store foi inaugurada, mas não dá pra negar que virou um dos points da região e ajudou a mudar bem a cara da galeria como um todo. Apesar de lotada aos finais de semana, houve uma época em que eu ia lá praticamente toda semana a noite ler um livro e comer um pão de queijo (ô cabeça de gorda, viu!).

 Livraria Cultura - Conjunto Nacional

- Casa Velha: Não faço ideia de como chamar esse lugar, mas na minha cabeça eu penso nela assim. É aquela mansão antiga ali do lado do Consulado Italiano e que antes abrigava uma feira de doação de cachorros aos domingos e hoje só vive fechada.

- Parque Mário Covas: Confesso que eu não lembro direito o que tinha lá antes da inauguração do parque, mas acho que era só um terreno vazio e cercado. Mas, apesar de ser muito a favor de encher a cidade de parques e praças, esse pra mim é um total mico. Cheio de concreto e com uma grama perfeitinha que ninguém (nem pessoas e nem cachorros) pode pisar e ainda por cima só abre até 18h. Melhor fazer logo um canteiro central, poxa.
 
 Parque Mário Covas

- Bank Boston: Eu (e todo mundo) sempre adorei ir ver a decoração de Natal do Bank Boston que ficava ali na esquina da Paulista com a Ministro e, quando a rede foi comprada pelo Itaú (que converteu todas as agências Bank Boston em Itaú Personnalité), confesso que eu achei que isso iria acabar ou perder qualidade. Mas não! A cada ano a decoração não só do Itaú, mas de toda a Paulista, supera expectativas e transforma a avenida no Polo Norte (com o calor assassino de São Paulo em dezembro).

- Stand Center: Na minha época os chinas/coreanos ficavam do lado par da Paulista, perto do prédio do Objetivo e do terreno da antiga casa dos Matarazzo. Depois de ser fechado por um tempo, ele voltou do outro lado e uma ou duas quadras mais pro lado da Consolação.

- Maksoud Plaza: Eu sempre reparo no letreiro iluminado do Maksud, que vive alternando qual das suas letras vai ficar queimada (esse último sábado, excepcionalmente, estavam todas funcionando).

 Maksoud Plaza

- Starbucks: A rede chegou em 2006 no Brasil e já conta com nada menos que 5 (isso, 5!) lojas na região da Paulista. Duas em galerias que ficam na própria avenida (Center 3 e Top Center), duas de rua pro lado dos Jardins (Alameda Campinas e Rua Augusta) e a última, inaugurada há cerca de 1 mês, na própria avenida, ali perto do Trianon.

Starbucks Alameda Campinas

Ah e não dá pra esquecer a Ciclofaixa, que também há cerca de 1 mês inaugurou um trecho na Paulista, batendo recordes de ciclistas aos domingos.

E aí, escrevendo esse post, eu lembrei também de um trecho do livro Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva (quem ainda não leu, esquece um pouco o 50 Shades of Grey e usa essa dica pra ler uma coisa que preste, please!).

Feliz Ano Velho

Eu li o livro pela primeira vez ainda quando morava em Jales, então não entendi bem a sensação de liberdade que o autor tenta descrever ao sair de carro pela Paulista (depois de meses no hospital e em casa após ficar tetraplégico aos 20 anos).

É lógico que as proporções são muito diferentes, mas é isso que a Paulista me dá: uma puta sensação de liberdade.

Apesar dos prédios altos, a avenida é larga, as calçadas são espaçosas (apesar de cheias), tem muita gente doida passando pra lá e pra cá, e a extensão dela é perfeita pra uma caminhadinha tranquila.

Eu sei que os meus dias de Paulista estão contados e estou bem feliz com a mudança pra um bairro mais tranquilo, mas que eu vou sentir muita saudade dela, ah, eu vou!