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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ESCAPADA DE FINAL DE SEMANA: Represa de Itupararanga

Hora de sacudir a poeira, tirar as teias de aranha daqui (de novo) e, aproveitando que o sol e o calor perceberam que estamos na segunda metade de outubro e resolveram dar as caras, falar de um programa que eu ando querendo postar aqui tem um tempo.

Numa galáxia muito distante, antes de eu e o Marcelo gastarmos todo o nosso tempo e dinheiro programando casamento e investindo em apartamento, a gente pedalava com razoável frequência com um pessoal de Sorocaba (informação interessante: Sorocaba é uma das cidades com o maior número absoluto de vias para ciclistas, sejam elas ciclovias ou ciclofaixas, são mais de 100km interligados pela cidade toda, que, além disso, tem inúmeras opções de trilha para quem curte pedalar na terra. Mas isso é assunto pra outro post rs).

Bom, na tentativa de melhorar o título de amigos desnaturados, nós fomos pra lá há alguns finais de semana pra rever o pessoal e, no meio do bar e de uma das melhores batatas gordas (leia-se: batata frita com queijo e bacon) que eu já comi, tivemos a ideia de ficarmos um pouco mais no domingo pra ir conhecer a Represa de Itupararanga, que fica lá perto.

Dom Pimenta

Um pouco de cultura (via Wikipédia): A represa foi construída há mais de 100 anos para abrigar a Usina Hidrelétrica de Itupararanga, e hoje abastece Sorocaba, Votorantim, Ibiúna e algumas outras cidades da região. Ela fica a cerca de 100km de São Paulo, podendo ir pela Raposo Tavares ou pela Castelo Branco, e a estrada é boa em grande parte do trajeto (só no finalzinho que rola uma estrada de terra, mas nós estávamos em um carro baixo e mesmo assim passamos tranquilamente).

Em resumo, ótima sugestão pra um bate e volta pra quem não está a fim de ir pra Guarapiranga (que vai ser tema de um próximo post) pra curtir um dia tranquilo com atividades na água.

Nós fomos pro São Francisco Sailing Club, um clube mais distante da “bagunça” (porque ir pra beira do rio pra ficar ouvindo galera com “Pre-pa-ra” no último volume no carro não é bem a minha ideia de programa legal). Para entrar custa R$ 10 por pessoa e você paga a parte o que consumir lá (seja comida/bebida ou aluguel de equipamentos). Se quiser levar a própria comida, paga um pouco mais caro, R$ 20 por pessoa.

Tem um gramado gostoso, mesinhas num deque, redes, comidinhas de boteco e rola aluguel de equipamentos pra stand-up paddle, caiaque e vela a preços que eu achei razoáveis (para o SUP, o preço era de R$ 20 para meia hora e de R$ 30 para 1 hora) e os caras te assessoram bem caso você nunca tenha feito alguma das atividades.

Ah, e pra quem quiser, eles também tem esquema pra acampar, com estrutura de banheiros e equipamentos liberados depois que o clube fecha (18h, se não me engano).

Achei um programa bem gostoso pra sair de São Paulo e dar uma relaxada num dia de sol sem gastar tanto e sem pegar a loucura da praia no verão.

Uma pontinha de rede e muito verde

Galera fazendo SUP

Dom Pimenta (bar da batata gorda)
Rua Fernando Silva, 400, Jd. Astro - Sorocaba
Tel.: 15 3346-0569
Horários:
3ªf a Sáb.: Das 17h às 00h
2ªf e Dom.: Fechado

São Francisco Sailing Club 
Estrada Municipal Carolina Paes Granjeiro - Piedade
Tel.: 15 98105-0005

Créditos: 
Fotos by Márcio Leite de Souza e o garçom

segunda-feira, 20 de maio de 2013

A VIBE É SER ZEN


Quem me conhece, sabe que eu sou uma pessoa zen. Calma. Centrada. Que fala baixo. Quase uma monja (escreve assim?) tibetana. Inclusive eu passei 7 anos com um monge no Tibet pra atingir a elevação espiritual que eu tenho hoje.

É por isso que eu faço yoga, meditação, técnicas de respiração e sempre quis ir conhecer o templo budista Zu Lai que tem em Cotia, pertinho de São Paulo (ta, esse parágrafo é verdade).

E esse acabou sendo o segundo item do meu “check list” dos 10 anos de São Paulo (eu sei que faz tempo, mas eu contei sobre isso no último post, juro).

Depois de 1h de trânsito entre Rebouças e Raposo (rolou um acidente na Raposo, que travou tudo, geralmente é mais rápido), chegamos no templo naquele mau humor absurdo e nos deparamos com a seguinte vista, que é de um jardim gigante que tem lá.



Bom humor reestabelecido com essa vista linda, hora de passear pelo jardim.



Fomos até a parte de cima, onde tem um caminho cheinho de estátuas e dá pra ver um pedaço do templo.



Bom, jardim lindo, mas eu vim ver um templo, né? E olha a entrada dele aí.



Subindo a escadaria tem um pátio gigante (onde tinha uma galera fazendo aula de kung-fu ou alguma coisa assim, com o professor tirando o sangue das pobres pessoinhas), o templo em si (de onde eu fui chutada por estar com um fashion ombro de fora – por sinal, vale dar uma olhada nas regras de conduta antes de ir pra não tomar bronca), lojinha (de onde também fomos todos chutados porque já tinha chegado a hora de fechar e nós não estávamos com cara de quem ia comprar), cafeteria, salas de meditação, um espaço lotado de macaquinhos (lotado MESMO) e um cantinho com chá de jasmim de graça (sem açúcar, eca!).


Aula de Kung-Fu (ou não)


Detalhe do Templo


Macacada


Chá de Jasmim (sem açúcar)

O templo é lindo e muito gostoso, mas também é um lugar muito legal pra aprender um pouco mais sobre uma religião diferente das que estamos acostumados por aí (e, na minha humilde opinião, mais humana também).

Fora a parte turística, tem o pessoal que está lá pelo estilo de vida, pela religião mesmo, e aprender um pouco mais sobre isso, mesmo sem acreditar, nunca fez mal pra ninguém ;)

Ah e vale ir num dia de sol, que deixa a paisagem ainda mais bonita.

Templo Zu Lai
Estrada Municipal Fernando Nobre, 1461 - Cotia 
Tel.:11 4612-2895
Horários:
3ªf a 6ªf: Das 12h às 17h
Sáb., Dom. e feriados: Das 9h30 às 17h
2ªf: Fechado

Créditos:
Fotos by Victor Alexandre Marques

terça-feira, 30 de abril de 2013

OI, PINACOTECA


Em menos de 1 ano eu completo 10 anos morando em São Paulo (10 anos, Jesus, cadê meu anti-rugas?).

E como boa paulistana de coração, eu resolvi que precisava arrumar mais um compromisso pra encaixar na minha já complicada agenda: tomar vergonha na cara e conhecer a cidade decentemente.

Oi??

É, poxa, quase 10 anos morando aqui e eu não conheço vários lugares importantes da cidade. Se deixar, eu conheço mais pontos turísticos do Rio de Janeiro do que de São Paulo.

Bom, desculpas e absurdos a parte, eu e o Marcelo estávamos conversando sobre isso outro dia e, inconformados, resolvemos fazer uma lista de lugares que precisávamos conhecer ou revisitar antes de eu completar os 10 anos.

Começou com uma meia dúzia de lugares clássicos, mas foi super aumentando e agora virou compromisso pra praticamente todo final de semana.

E eu estou adorando!

Nos últimos três finais de semana eu conheci a Pinacoteca e o templo budista Zu Lai e revisitei Embu das Artes e o Parque da Independência (com o Museu de brinde).

O único “problema” é que, a cada lugar visitado, a gente olha um pro outro e fala “Putz, vamos anotar pra gente voltar aqui?”, então a lista nunca diminui.

Então pra tentar reviver o blog morto, vou compartilhando com vocês estas experiências e dando algumas dicas do que eu achei legal.

E começando em ordem cronológica pra facilitar a minha vida, lhes apresento: a Pinacoteca.



Bom, o acesso é ridiculamente fácil, através da Estação da Luz (linhas Amarela e Azul do Metrô e 11-Coral e 7-Rubi da CPTM).

Chegando lá, se o tempo estiver razoável, eu mega recomendo uma voltinha no revitalizado Parque Jardim da Luz, que tem a Pinacoteca integrada ao seu espaço (quase) assim como o Central Park tem o Metropolitan.




Bom, sobre a Pinacoteca em si, a minha impressão (que é de uma pessoa que prefere muito mais atividades ao ar livre do que museus) é de que é legal. Vale cada centavo dos R$ 6 de entrada. Mas só.

Dá pra visitar tudo em umas 2 horas e de quebra ainda dar uma voltinha na Estação da Luz, que é linda (e que eu não fui porque passei mais tempo do que o previsto no parque, mas está na lista!).


Ah e tem um café fofo com mesas do lado de fora que dão vista pro parque. Bem gostosinho, mas achei os preços um pouco salgados demais, então acho que vale só uma aguinha ou um café pra curtir o ambiente mesmo.




Se alguém ainda estiver sem programação pro feriadinho de amanhã, #ficadica ;)

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 - Luz
Tel.: 11 3324-1000
Horários:
3ªf a Domingo: 10h às 17h30 (5ªf aberta até àh 22h com entrada franca a partir das 18h
Ingresso: R$ 6,00 (grátis aos sábados)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

TA ACHANDO QUE VIROU FEIRA?


E hoje é dia de feirinhas de rua de São Paulo, mais particularmente, a feirinha da Benedito Calixto.

Feira da Praça Benedito Calixto

Confesso que na primeira vez que eu fui lá (uns 6 anos atrás), eu detestei. O resquício de rebeldia da adolescência ainda habitava o meu corpinho e eu achei a feira cheia de velharias, feia e com absolutamente nada que me interessasse.

Mas aí a gente cresce, se livra de alguns preconceitos. E de algumas frescuras. E entende que namorado que acompanha na loja de gibis às vezes precisa ser agradado também.

Então lá fomos nós. E eu amei!

Pra começar, resolvemos ir andando, passeando pelo meio dos Jardins e de Pinheiros, o que, com o tempo que fez no sábado, já foi bem gostoso e ótimo pra tirar fotos (vocês vão reparar ao longo do post que eu me empolguei).


Aí, chegando na praça, as tradicionais antiguidades, artesanatos, bijuterias. Nada demais, mas muita coisa bonitinha. Se não fosse o meu novo mantra ("Giovanna, você vai viajar em dólar daqui 2 meses... Dólar... Dólar...") eu provavelmente teria me acabado.

Banca de antiguidades

Banca de pedras e bijuterias

Um avestruz simpático servindo como lixo e um tiozinho tirando a sorte com seu periquito pra dar um charme a mais no ambiente.

 

 

Mas aí a gente foi pro meio da praça, pras bancas de discos de vinil.

Tem Beatles por R$ 30 e Tchaikovsky por R$ 2 (sim, R$2!!!), sem falar em Billie Holiday, Sinatra, Elis, só pra citar os primeiros que me vieram à memória (cada barraca tem uns 250 discos, com caixas e mais caixas de opções pelos mesmos R$ 2 do Tchaikovsky).



Além dessa variedade absurda de clássicos, conversar com os tiozinhos que vendem os discos é sensacional. Os caras manjam tudo de música, desde rock, passando por jazz e blues e chegando até em ritmos latinos. Absolutamente sensacional.


E aí a gente atravessa a rua e chega numa feirinha fofa, com uma placa na entrada do banheiro tão fofa quanto.


 

Lá eu me encantei com a banca de uma moça que tem sabonetes artesanais (e que ela mesma faz, inclusive por encomenda). Além de serem cheirosos, eles são tão lindos que servem pra decoração e muitos têm funções terapêuticas.


Aí, como ninguém é de ferro, eu me rendi e comprei um pedaço (e estou completamente in love, sem coragem de tirar da embalagem de tão fofo que é).

 

Pra terminar, em volta da praça existem vários barzinhos lotados de pessoas, que ficam pela calçada batendo papo e fazendo uma coisa que, quem me conhece sabe que é a minha cara: sentados na calçada conversando e tomando uma.

Infelizmente esse sábado nós estávamos com pressa e acabou não dando pra fazer isso, mas gostamos tanto que já marcamos com um pessoal pro próximo final de semana (#ficadica pra quem não vai viajar no feriado). Vou fazer o test drive e depois conto se é tão legal quanto parece.

Praça Benedito Calixto – Pinheiros
Sábado: 8h às 19h

terça-feira, 24 de julho de 2012

SE ELA DANÇA, EU DANÇO – PARTE 1

Eu ia deixar pra falar desse tema na semana que vem, mas uma série de fatores, como a Veja SP me copiando (ta bom, Cláudia, senta lá) e a absoluta e total falta de assunto devido ao último final de semana ter sido de cama, filme e sopinha (e nem uma mísera taça de vinho!) me fizeram antecipar a história.

Veja SP - Capa 25/07

Pra quem não leu, a Veja SP do último final de semana falou sobre a popularização da dança de salão em São Paulo e trouxe algumas dicas de academias e lugares para se dançar na cidade.

Eu adoro dançar. Sou apaixonada por música. Fiz 5 anos de balé clássico, com sapatilha de ponta, apresentações em teatro e tudo mais.  

E, em vez de 2, tenho uns 3 pés esquerdos (sim, tem que ser ímpar, porque fica mais descoordenado ainda). 

Não sei se é por eu ser um labrador e achar que tenho tamanho de chiuaua, se a queima de sutiãs da década de 60 me deixou com uma genética que me impossibilita ser conduzida, ou alguém me colocou alguma praga, mas a verdade é que dançar não é comigo e eu meio que já tinha me conscientizado disso.

Aí ultimamente eu vivia ouvindo as pessoas comentando que estavam fazendo aula de dança, as academias começaram a incluir dança de salão nas grades, comecei a ouvir pessoas com menos de 70 anos falando “Vamos sair pra dançar?”.

E eu quieta me sentindo fora da moda. 

Até que a minha mãe (se não for a mãe, quem vai acreditar na gente, né, pessoal?) resolveu que ia me dar um curso intensivo de salsa, que acontece em 3 domingos seguidos agora em julho, com 3 horas cada aula. 

E lá fui eu pisar no pé do coitado do meu namorado, que adora dançar e (muito diferente de mim) super tem jeito pra coisa.

No começo eu até fui bem, depois não consegui acompanhar de jeito nenhum, mas, com um pouco de treino em casa (cansei de passar vergonha na primeira aula rs), eu até consegui acompanhar.

O rebolado continua uma tristeza, mas pelo menos deixar os passos fluírem eu estou conseguindo e ainda falta a terceira aula. 

E, morando em São Paulo, a variedade de academias, horários e preços disponíveis é absurda, então quem tem vontade não tem desculpa. (olha aí mais uma vantagem de engolir fumaça todo dia na capital paulista!) 

Eu gostei bastante da academia em que estou fazendo as aulas, achei a didática deles bem boa (sério, se eu estou conseguindo, qualquer um consegue), é pertinho do metrô Paulista, o preço é razoável e tem aulas durante a semana e aos domingos. 

Solum Escola de Dança 
Rua da Consolação, 1681 e 1741 
3255-5162 / 3255-6287 / 3151-2185 
Horários:  
2ªf a 5ªf - 10h30 às 21h30 
6ªf - 10h30 às 18h30 
Sábados - Fechado   
Domingos - 12h às 21h

Então, se você tem vontade de aprender, que tal parar com a vergonha (ou preguiça) e sair pra pisar no pé de alguém. No mínimo você vai fazer bonito (ou, no meu caso, achar que está rs) no próximo casamento que for.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

PRO ALTO E AVANTE!

O clima em São Paulo anda ameno. Hoje ainda temos um céu azul lindíssimo e um sol bem agradável, com previsão de continuar assim por pelo menos mais uns dois dias.

Tudo isso, só que ao contrário, né (maldita hora que eu resolvi deixar as luvas em casa!).

E o que a gente faz quando os termômetros de São Paulo se unem a São Pedro e resolvem castigar a gente?

Edredom, sofá, filminho, chocolate quente e namorado (ou, se você está solteiro, basta trocar o namorado por uma caixa de Amanditas que dá na mesma), certo?

Errado!

A coisa boa de São Paulo é que tem opção pra todo tipo de clima, então ou a gente assume a preguiça ou bota o nariz pra fora.

E como assumir a preguiça não vira post, a minha sugestão de hoje é... ESCALAR.

Confesso que quando eu morava em Jales, nem passava pela minha cabeça fazer esse tipo de coisa, mas aí a gente vem pra São Paulo, resolve que vai ficar, começa a fazer coisas diferentes e acaba pegando gosto.

Eu comecei a praticar escalada indoor há pouco mais de 1 ano e ainda não me aventurei a ir pra pedra de verdade (apesar de estar nos planos), mas pra quem só quer fazer um exercício diferente e  sem tomar chuva na cabeça, a opção indoor é bem boa.

“Ah, mas precisa de sapato especial?”, “Eu não tenho equipamento de segurança.”, “Nunca fiz.”, “Sou meio pata.”

Tem problema, não!

A Casa de Pedra tem paredes de até 14m de altura com vários níveis de dificuldade, aluga equipamentos, tem monitores pra ajudarem a galera que está começando e o preço é bem razoável.

 
Paredes do 1º andar

Paredes do 2º andar

Fazendo uma conta de padeiro, a diária na academia, mais os equipamentos de segurança (sapatilha e cadeirinha) custam uns R$ 50 e ela ainda abre aos sábados e domingos.

Super dá, né?

O meu único conselho é ir em duplas, porque você precisa de alguém pra fazer a base de segurança enquanto você sobe (ou, como vocês podem ver, tira fotos). Até dá pra pedir ajuda da galera lá, mas atrasa um pouco e você tem que ficar dependendo da boa vontade alheia.

 
Primeiro sobe um...

... e depois o outro. 

Ah e vale dar uma ligadinha antes pra ver se está muito lotado. 

Casa de Pedra - Ginásio 
Rua Venâncio Aires, 31 – Perdizes (muito perto do Palestra Itália) 
3875-1521 / 3873-8178 
Horários: 
2ªf a 6ªf - 16h às 23h 
Sábados e domingos – 14h às 20h

segunda-feira, 2 de julho de 2012

SÁBADO PÉ NA JACA X DOMINGO COM PEDAL


Postar de 2ªf anda virando uma regra já, né?

É que eu saio no final de semana, faço várias coisas legais e aí me inspiro pra contar depois, então hoje vou dar duas dicas de programas, que foram coisas que eu fiz mesmo...

A primeira é dica de bar (Ah vá!).

Mas não é um simples bar, é uma mistura de café com bar e restaurante, num ambiente aconchegante (e phynno) nos Jardins (ou em Moema, no Itaim, em Higienópolis, na Vila Madalena, no Cidade Jardim...).

Pra quem não conhece, estou falando do Santo Grão.

Santo Grão Jardins

Dá pra tomar de café a drinks (não necessariamente nessa ordem) e a comida é ótima (como podemos ver nos dois mortos de fome apreciadores da boa culinária abaixo).

 Cappuccino duplo com chocolate

 Caipiroska de frutas vermelhas

Sanduiche de lascas de mignon

Além disso, recomendo o Smoothie Verano, que (acho que) é uma mistura de limão, pêssego, manga (e não sei mais o que rs) e fez o maior sucesso na mesa.

Não conheço as outras unidades, mas acho que elas são mais café mesmo, diferentes da que fica nos Jardins (Rua Oscar Freire, 413), que tem tudo o que eu falei. Então, se alguém conhecer alguma das outras, me avisa que eu atualizo aqui.

Ah e sem esquecer que é Jardãns, então é bom ir no começo do mês, quando o salário tiver acabado de cair, ta?

Mas, se a gente chuta o balde e gasta (sem falar nas calorias a mais) no sábado à noite, domingo de manhã é dia de programa custo zero, ainda mais quando a gente acorda e se depara com um céu assim (ta vendo, vó, aqui também tem céu azul!).


Praticamente todo mundo já foi ou já ouviu falar da ciclofaixa de São Paulo (inclusive mencionada aqui), mas pra quem não conhece, ou não sabe direito como funciona, vamos a algumas informações:

O quê? Algumas ruas e avenidas de São Paulo tem a faixa da esquerda interditada para a circulação de ciclistas.
Quando? Domingos e feriados nacionais das 7h às 16h
Onde? Começou ligando alguns parques da Zona Sul e indo até o Parque Villa-Lobos, mas em 2012 inaugurou trechos também nas Zonas Leste e Norte (mapa completo aqui)

Algumas dicas:
- Pode parecer batido, mas equipamentos de segurança sempre (sério, toda vez eu vejo pelo menos uma pessoa sem capacete). Isso sem falar em água, filtro solar e bla bla bla, né.
- Em dia de sol a ciclofaixa lota, então, se isso for incomodar, melhor sair de casa cedo.
- Pra quem está com pique, o trecho entre o Parque Ibirapuera e o Parque Villa-Lobos é bem gostoso de fazer, e o melhor de tudo pra pata aqui, praticamente sem subidas.
- O trânsito volta ao normal às 16h em ponto, então, se você não está acostumado a pedalar na rua (tipo eu), cuidado com o horário pra não estar longe quando os cones forem retirados (e os motoristas assassinos vierem pra cima de você).

Aí ó, deu pra ter jantar phynno sábado à noite e programa ao ar livre domingo de manhã (ok que é no meio dos carros e tal, mas tá valendo), mostrando, mais uma vez, que não é porque estamos em São Paulo que temos que ficar dentro do shopping com medo de sair de casa (VIU, VÓ!!!).

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ESTREIA: Escapada de Final de Semana

Sendo bem realista, pra todo paulistano (ou morador de qualquer cidade grande) a melhor coisa que existe é fugir de São Paulo às vezes.

Não aquela viagem de feriado em que você sofre só de pensar em quanto tempo vai ficar parado na marginal pra ir (e depois ainda voltar), cidade com recorde de 496km de trânsito e tal.

Não.

Estou falando daquela viagem preguiçosa, despretensiosa, pra um lugar pertinho, sem gastar muito, em que inclusive dá pra você ir e voltar no mesmo dia se quiser.

Aquela viagem que serve pra você se livrar um pouco da poluição sonora (que, sinceramente, é uma das coisas que mais me surta aqui), colocar o pé no chão, ver o horizonte, almoçar num lugar diferente e tal.

E é por isso que eu vou começar hoje uma seção de “escapadas de final de semana”. Viagens próximas, baratas, fáceis e que fazem toda a diferença no ânimo da gente.

E não tem lugar melhor pra essa estreia do que o Guarujá.

Confesso que eu sempre tive um pouco de preconceito com o Guarujá. Lugar lotado, sujo, perigoso.

Mas sendo bem prática: É praia, é perto, a estrada é boa e, fora da alta temporada, dá pra fazer em 1h e ainda por cima escapar da multidão. Sem contar que nessa época do ano, dá pra pegar um tempo sensacional e voltar com marca de biquini (sério, eu voltei).

E tem sim opções de praias um pouquinho mais distantes do centro que são lindas, mais vazias, limpas e tudo mais. Uma delas é a Praia do Tombo, que fica mais perto do centro, mas tem tudo o que eu falei acima e ainda é ótima pra quem surfa (ou, como foi o caso, pra quem quer começar a aprender), e a Praia de Pernambuco (onde fica o Jequitimar, aquele hotel do Silvio Santos), que tem uma cara mais de litoral norte.

Mas, como o futuro fotógrafo oficial do blog esqueceu a câmera em casa e adiou sua estreia (sim, eu coagi convenci meu namorado a fotografar pra mim), e a anta aqui entrou no clima da fuga de São Paulo e não levou o celular pra praia, só temos fotinha da ida no sábado de manhã (com trânsito zero e um céu animalmente azul que se manteve o final de semana todo).


E pra quem quer passar o final de semana, super recomendo a Pousada Espaço Surf Saudável. São só dois quartos e junto tem uma loja de surf, aluguel de pranchas, espaço para treinamento, uns três cachorros e mais uns dois gatos, num ambiente feito por aqueles caras que respiram o surf e você se sente praticamente em casa pagando pouco. E pra quem não se interessa muito por surf, a pousada é bem gostosa e fica do lado da Praia do Tombo (do lado mesmo, não deve chegar a 50 metros).


E aí chega a segunda-feira e a gente volta pro trabalho muito mais descansado e desestressado do que se ficasse em São Paulo pegando trânsito e fila de espera em restaurante ;)

OBS: Pra quem se interessar, o final de semana todo, com pousada, combustível, pedágio, churrasco o sábado todo, aula de surf, comida e um carregamento de sorvete, mal chegou a R$ 200 por pessoa.